Grupos de pesquisa

Estão em atividade dois grupos de pesquisa no Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e Agronegócio: 

 

GEPEC - Grupo de Pesquisa em Agronegócio e Desenvolvimento Regional

Início em 1996.

Líder(es) do grupo: Professores Ricardo Rippel e Jandir Ferrera de Lima

O Grupo de Pesquisa em Agronegócio e Desenvolvimento Regional (GEPEC) é responsável pelo Informe GEPEC, cujo primeiro número data de agosto de 1996, resultado da iniciativa dos professores do Curso de Ciências Econômicas da UNIOESTE/Toledo, capitaneado, à época, pelo Prof. Jefferson Andronio Ramundo Staduto. Foram várias edições deste importante material de pesquisa e estudo, que constitui hoje um referencial básico para promover o debate sobre o agronegócio e o desenvolvimento regional - áreas de fecunda reflexão local. Por meio de uma condução colegiada, a Revista teve reconhecido seu International Standard Serial Number (ISSN 1676-0670), e passou a figurar na importante classificação QUALIS-CAPES (atualmente, de denominação "Local A"). Esta revista apresenta periodicidade semestral e é dirigida à comunidade científica e demais profissionais que atuam dentro das áreas do agronegócio e desenvolvimento regional. A partir do vol. 07, n. 1, jan./jun., 2003, o Informe GEPEC também passou a ser apresentado na forma eletrônica, no endereço http://www.unioeste.br/cursos/toledo/revistaeconomia e no Portal Brasileiro da Informação Científica da CAPES www.periodicos.capes.gov.br. Em 2003 o GEPEC foi o maior responsável pela criação do Programa de Mestrado em Desenvolvimento Regional e Agronegócio da UNIOESTE/Toledo, recomendado pela CAPES.

 

TRANSLOG Transporte, Logística e Modelagem de Sistemas

Início em 2003.

Líder(es) do grupo: Professores Weimar Freire da Rocha Jr e Débora da Silva Lobo

Os estudos nas áreas dos transportes têm importantes aplicações na atual realidade da globalização. A logística, na qual o transporte é normalmente seu principal componente, é vista como a última fronteira para a redução dos custos e o incremento da competitividade das empresas. Por outro lado, não se concebe uma política de desenvolvimento regional e nacional sem a adequação da infra-estrutura de transportes. Uma dessas aplicações refere-se aos estudos da área agroindustrial, pois, as ineficiências na logística têm sérios impactos sobre a competitividade da agricultura e da agroindústria nacionais. Por exemplo, os custos de transporte são destacados como o resultado das dificuldades enfrentadas pelo setor no Brasil, pois as cargas normalmente percorrem grandes distâncias e dependem do transporte rodoviário fundamentalmente, resultando muitas vezes na anulação das vantagens comparativas obtidas na produção. Nesse sentido, estudos de melhorias na infra-estrutura de transporte como uma das medidas mais importantes no sentido de criação e manutenção de competitividade da agroindústria brasileira podem desdobrar-se a partir dos integrantes do TRANSLOG. Estudos sobre adequações, melhorias, identificação de prioridades são exemplos de como o Grupo TRANSLOG poderá estar atuando cientificamente com pesquisas acadêmicas e corporativas, de interesse público, privado e geral, conforme os casos. Para o agronegócio brasileiro, estudos da natureza como propõe esse grupo podem ter amplas repercussões ao nível da competitividade das cadeias produtivas, considerando-se a tendência a queda de preço que o setor vem enfrentando, assim como concorrência com produtos importados com subsídio ou com matéria-prima subsidiada na origem.