Disciplinas

CONJUNTO DE DISCIPLINAS:

 

DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

 

Disciplinas

Créditos

Carga horária

Teoria do Conhecimento (Linha I e II) – M/D

3

45h

Epistemologia da Educação em Ciências (Linha I) – M/D

3

45h

Epistemologia da Educação Matemática (Linha II) – M/D

3

45h

Pesquisa em Educação em Ciências e Educação Matemática (Linha I e II) – M/D

4

60h

Seminários de dissertação em Educação em Ciências (Linha I) – M

4

60h

Seminários de dissertação em Educação Matemática (Linha II) – M

4

60h

Análise e produção de artigos em Educação em Ciências e Educação Matemática (Linhas I e II) – D

4

60h

Seminários de tese  em Educação em Ciências (Linha I) – D

4

60h

Seminários de tese em Educação Matemática (Linha II) – D

4

60h

Elaboração e aprovação da dissertação (Linhas I e II) – M

20

300h

Elaboração e aprovação da tese (Linhas I e II) – D

30

450h

DISCIPLINAS ELETIVAS

Linha de Pesquisa: Educação em Ciências

 

Disciplinas

Créditos

Carga horária

Tendências em Educação em Ciências I – M

4

60

Tendências em Educação em Ciências II – D

4

60

Aspectos históricos, epistemológicos e sociológicos do conhecimento científico: contribuições para o ensino de ciências – M/D

4

60

Cultura científica e Divulgação da Ciência: implicações na educação formal – M/D

4

60

Didática das Ciências – M/D

4

60

 

Linha de Pesquisa: Educação Matemática

 

Disciplinas

Créditos

Carga horária

Tendências em Educação Matemática I – M

4

60

Tendências em Educação Matemática II – D

4

60

Didática Fundamental da Matemática – M/D

4

60

A Teoria dos Campos Conceituais no Ensino de Ciências e Matemática – M/D

4

60

Modelagem Matemática na Educação Matemática – M/D

4

60

 

Disciplinas de Domínio Conexo (ambas as linhas)

Créditos

Carga horária

Diferença, diversidade e inclusão no ensino de Ciências e Matemática – M/D

4

60

 

Legenda:

M = Mestrado

D = Doutorado

Linha I = Educação em Ciências

Linha II = Educação Matemática

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS:

 

 

DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

Disciplina:

Teoria do Conhecimento – M/D

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Sim

Carga Horária: 45h

Node Créditos: 03

OBS:

A disciplina poderá ser ministrada por mais de 1 docente.

Ementa:

Filosofia da Ciência e Epistemologia. Interpretação Filosófica do conhecimento: possibilidade; origem e essência do conhecimento. Tendências analíticas e históricas: virada epistemológica. Epistemologia e Linguagem.

Bibliografia:

 

 

BOMBASSARO, L. C.. As fronteiras da Epistemologia. Como se produz o conhecimento. Petrópolis: Vozes, 1992.

BRUYNE, P.; HERMAN, J.; SCHOUTHEETE, M.. Dinâmica da Pesquisa em Ciências Sociais: os polos da prática metodológica. 3 ed. Trad. Ruth Joffily. Rio de Janeiro: Francisco Alves. 1982.

CHAUÍ, M. Unidade 4: O Conhecimento: In:______. Convite à Filosofia. Consultado em: 02/03/2016. Disponível em: http://home.ufam.edu.br/andersonlfc/Economia_Etica/Convite%20%20Filosofia%20-%20Marilena%20Chaui.pdf

GRECO, J. e SOSA, E. Compêndio de Epistemologia. Trad. A. S. Fernandes e R. Bettoni. São Paulo: Loyola, 2008.

JAPIASSU, H. P. Introdução ao pensamento epistemológico. Rio de Janeiro: F. Alves, 1976.

 

HESSEN, J. Teoria do conhecimento. trad. António Correia. 7. ed. COIMBRA: Arménio Amado, 1980.

MORIN, E. Ciência com consciência. trad. Maria D. Alexandre e Maria Alice Sampaio Dória. 9. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.

SOUZA SANTOS, B. V. de. Introdução a uma ciência pós-moderna. Rio de Janeiro: Graal, 1989.

SOUZA SANTOS, B. V. de. Um discurso sobre as ciências. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2006.

Disciplina:

Epistemologia da Educação em Ciências – M/D

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Sim

Carga Horária: 45h

Node Créditos: 03

OBS:

 

Ementa:

Filosofia e epistemologia da ciência. Correntes Epistemológicas das Ciências da Natureza. Epistemologia e Ensino de Ciências.

Bibliografia:

BACHELARD, G.; Epistemologia: trechos escolhidos por Dominique Lecourt. Rio Janeiro: Zahar, s/d.

______. A formação do Espírito Científico: contribuição para uma psicanálise do conhecimento. Trad. Estela dos Santos Abreu. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996.

_______. A filosofia do não; o novo espírito científico; a poética do espaço: seleção de textos de José Américo Motta Pessanha. Trad. José Moura Ramos ... (et al). São Paulo: Abril, 1978.

CACHAPUZ, A.; PRAIA, J.; JORGE, M. Da Educação em Ciência às Orientações para o Ensino de Ciências: um repensar epistemológico. Ciência e Educação, Bauru, v. 10, n. 3, p. 363 – 381, 2004.

DELIZOICOV, D.. et al. Sociogênese do conhecimento e pesquisa em ensino: contribuições a partir do referencial Fleckiano. Cad. Cat. Ens. Fís., Florianópolis, v. 19, n. especial, p. 52-69, dez. 2002.

______. Pesquisa em Ensino de Ciências como Ciências Humanas Aplicadas. Cad. Cat. Ens. Fís., Florianópolis, v. 21, n. , p. 145-175, ago. 2004.

FEYERABEND, P. Contra o método. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1977.

FLECK, L. La génesis y el desarrollo de un hecho científico. Prólogo de Lothar Schäfer e Thomas Schnelle. Madrid: Alianza Universidad, 1986.

HESSEN, J. Teoria do conhecimento. trad. António Correia. 7. ed. COIMBRA: Arménio Amado, 1980.

KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas. 5. ed. São Paulo: Perspectiva, 1998.

LAKATOS, I. O falseamento e a metodologia dos programas de pesquisa científica. In: LAKATOS, I. e MUSGRAVE, A. (org.) A crítica e o desenvolvimento do conhecimento. São Paulo: Cultrix, 1979.

PFUETZENREITER, M. R.. Epistemologia de Ludwik Fleck como Referencial para a Pesquisa nas Ciências Aplicadas. Episteme, Porto Alegre, n. 16, p. 111-135, jan./jun. 2003.

POPPER, K.R. Conhecimento objetivo. São Paulo: EDUSP, 1975.

______. A racionalidade das revoluções científicas. In: HARRÉ, R. (Org.). Problemas da revolução científica. São Paulo: EDUSP, 1976.

SCHÄFER. L.; SCHNELLE, T. Introducción. In: FLECK, L.. La génesis y el desarrollo de un hecho científico. Prólogo de Lothar Schäfer e Thomas Schnelle. Madrid: Alianza Universidad, 1986.

 

Disciplina:

Epistemologia da Educação Matemática – M/D

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Sim

Carga Horária: 45h

Node Créditos: 03

OBS:

 

Ementa:

Correntes Filosóficas da Matemática: Intuicionismo, Logicismo e Formalismo. Filosofia e Epistemologia da Educação Matemática. Constituição da Educação Matemática.

Bibliografia:

 

AGARD, E.  ¿És la matemática educativa una disciplina científica? Acta Latinoamericana de Matemática Educativa – Revista Clame, n. 14, p.82 – 87, 2001.

BICUDO, M.A.V.; GARNICA, A.V.M. Filosofia da Educação Matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.

BLAIR, E. Philosophy of Mathematics Education - London: Institute of Education University of London, 1981.

BURAK, D.; KLÜBER, T. E. Educação matemática: contribuições para a compreensão da

sua natureza. Acta Scientiae, Canoas, v. 10, n. 2, pp.93-106, jul./dez. 2008.

CARVALHO, J. B. P. de. O que é Educação Matemática? Temas & Debates: Sociedade Brasileira de Educação Matemática, São Paulo, a. 4, n. 3, p. 17-26, 1991.

KILPATRICK, J. Ficando Estacas: uma tentativa de demarcar a educação matemática como campo profissional e científico. Zetetiké – Campinas,v. 4, n. 5, p. 99-120, Jan/jun. 1996.

MACHADO, A. C.; FONSECA, M. C. F. R.; GOMES, M. L. M.. Apresentação do Dossiê: A Pesquisa em Educação Matemática no Brasil. Educação em Revista, Belo Horizonte, n. 36, p. 131-135, dez. 2002.

MIGUEL, A. (et al). A educação matemática: breve histórico, ações implementadas e questões sobre sua disciplinarização. In: Revista Brasileira de Educação, n. 27, p. 70-93, set/out/nov/dez. 2004.

MIORIM, M. A. Introdução à história da Educação Matemática. São Paulo: Atual, 1998.

ERNEST, P. The Philosophy of Mathematics Education - London: The Falmer Press, 1991. Acesso: 02/03/2016. Disponível em: https://p4mriunpat.files.wordpress.com/2011/10/the-philosophy-of-mathematics-education-studies-in-mathematicseducation.pdf

RIUS, E. B. La educación matemática: Una reflexión sobre su naturaleza y sobre su metodología (primera de dos partes). Iberoamérica – México, v. 1, n. 2, p. 28-42, ago. 1989a.

RIUS, E. B. La educación matemática: una reflexión sobre su naturaleza y sobre su metodología (segunda y última parte). Iberoamérica – México, v. 1, n. 3, p. 30-36, dez. 1989b.

Disciplina:

Pesquisa em Educação em Ciências e Educação Matemática – M/D

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Sim

Carga Horária: 60h

Node Créditos: 04

Ementa:

Gênese e Desenvolvimento. Abordagens de pesquisa: quantitativa e qualitativa e debates.  Métodos e Técnicas de Coleta, Organização e Análise. Estado da Arte. Tendências,  atualidades  e perspectivas do movimento de pesquisa em Educação em Ciências e Educação Matemática.

Bibliografia:

 

ANDRÉ, M. esquisa qualitativa em Educação: buscando rigor e qualidade. Cadernos de Pesquisa. n.113. p. 51-64, jul. 2001.

BARDIN, L. Análise de Conteúdo. edição revista e ampliada. trad. Luís Antero Reto e Augusto Pinheiro. São Paulo: Edições 70, 2011.

BOGDAN. R.; BIKLEN, S. Investigação Qualitativa em Educação. Porto, Portugal: Porto, 1994.

BICUDO, M. A. V. Pesquisa Qualitativa Fenomenológica à procura de procedimentos rigorosos.  In: ______.  Fenomenologia: Confrontos e Avanços. São Paulo: Cortez, 2000. p. 70-102.

______. Pesquisa Qualitativa e pesquisa qualitativa segundo a abordagem fenomenológica. In: BORBA, Marcelo de Carvalho; ARAÚJO, Jussara de Loiola. Pesquisa Qualitativa em Educação Matemática. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2006. (Coleção tendências em Educação Matemática).

______. Pesquisa qualitativa: segundo a visão fenomenológica. São Paulo : Cortez, 2011.

BRITO, A. X.; LEONARDOS, A. C. A Identidade das Pesquisas Qualitativas: construção de um quadro analítico. Cadernos de Pesquisa. n.113. p. 7-38, jul. 2001.

DENZIN, N. K.; LINCOLN, Y. S. (cols). O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens. Trad. Sandra Regina Netz. Porto Alegre: Artmed, 2006.

FRANCO, M. L. P. B. Análise de conteúdo. 3. ed. Brasília: Liber Libro Editora, 2008.

GARNICA, A. V. M. Algumas notas sobre pesquisa qualitativa e fenomenologia. Interface, p.109-122, ago. 1997.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1996.

GHEDIN, E. Hermenêutica e pesquisa em educação: caminhos da investigação interpretativa. In: II Simpósio Internacional de Pesquisa Qualitativa – II SIPEQ, Bauru, SP, 2004. Anais... Bauru, SP, 2004, p. 1-14. Disponível em: http://www.sepq.org.br/IIsipeq/anais/pdf/gt1/10.pdf . Acesso em 07 de jun. de 2010.

HERMANN, N. Hermenêutica e Educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. (Série O que você precisa saber sobre...).

______. MOREIRA, M. A. Metodologia de pesquisa em Ensino. São Paulo: Livraria da Física, 2011.

MOREIRA, M.A.; ROSA. P.R.S. Uma introdução a pesquisa quantitativa em Ensino. 1. Ed. Campo Grande: UFMS, 2013.

MINAYO, M. C.O desafio do conhecimento:pesquisa qualitativa em saúde.Rio de Janeiro: Hucitec-Abrasco, 2007.

NARDI. R. A Pesquisa em Ensino de Ciências no Brasil: alguns recortes. 1. Ed. São Paulo: Escrituras, 2007.

PALMER, R. E. Hermenêutica. trad. Maria Luísa Ribeiro Ferreira. Lisboa: Edições 70. (Coleção o Saber da Filosofia).

PICCINO, J. D. A questão: como formular uma questão em pesquisa qualitativa. In: III Simpósio Internacional de Pesquisa Qualitativa – III SIPEQ, São Paulo, SP, 2006. Anais... São Paulo, SP, 2006, p. 1-8. Disponível em: http://www.sepq.org.br/IIIsipeq/anais/pdfs/ochf7.pdf . acesso em 07 de jun. de 2010.

POUPART, et al (org). Pesquisa Qualitativa: enfoque epistemológicos e metodológicos. 2. ed. trad. Ana Cristina Nasser.  Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.

SANTOS, F. M. T.; GRECA, I. M. (orgs.). A Pesquisa em Ensino de Ciências no Brasil e suas Metodologias. Ijuí: UNIJUÍ, 2006. (Coleção Educação em Ciências).

STRAUSS, A.; CORBIN, J. Pesquisa Qualitativa: técnicas e procedimentos para o desenvolvimento de teoria fundamentada. Trad. Luciane de Oliveira da Rocha. 2. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.

STEIN, E. proximações sobre hermenêutica. 2. ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2004. (Coleção Filosofia).

TORAZZI, M. O que é a Grounded Theory? Metodologia de pesquisa e teoria fundamentada nos dados. Trad. Carmen Lussi. Petrópolis, RJ: 2011.

Disciplina:

Análise e produção de artigos em Educação em Ciências e Educação Matemática – D

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Sim

Carga Horária: 60h

Node Créditos: 04

Ementa:

Critérios de Cientificidade e produção de pesquisa. Fontes de pesquisa bibliográfica em Ensino de Ciências e Educação Matemática. Artigos publicados nos principais periódicos da área. Estrutura e Normalização. Análises, discussões e resenhas críticas dos artigos. Produção de artigos. Critérios de avaliação externa.

Bibliografia:

 

ANDRÉ, M. Pesquisa qualitativa em Educação: buscando rigor e qualidade. Cadernos de Pesquisa. n.113. p. 51-64, jul. 2001.

ALVES-MAZZOTTI, A.J.  A ‘revisão da bibliografia’ em teses e dissertações: meus tipos inesquecíveis – o retorno. In: Bianchetti, L. e Machado, A.M.N. A bússola do escrever. São Paulo/Florianópolis: Cortez/EDUFSC. 2002.

ALVES-MAZZOTTI, A.J. e GEWANDSZNAJDER, F. O método nas ciências naturais e sociais. São Paulo: Thomson. 1998.

BEILLEROT, J. A “pesquisa”: esboço de uma análise. In: André, M. (org). O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas: Papirus. 2001. p. 71-90.

BENNETT, J. Systematic reviews of research in science education: rigour or rigidity? Int. J. Sci.Educ., v.27 , n.4, p. 387-406, 2005.

BICUDO, M. A. V. Fenomenologia: Confrontos e avanços: São Paulo: Cortez, 2000. 

______. Pesquisa qualitativa: segundo a visão fenomenológica. São Paulo : Cortez, 2011.

BICUDO, M. A. V.; KLÜBER, T. E. Pesquisa em modelagem matemática no Brasil: a caminho de uma metacompreensão. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v.41, n.144, p.902-925, set./dez. 2011.

BORBA, M, de C.; ARAÚJO, J, de L. Pesquisa Qualitativa em Educação Matemática.  2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2006 (Tendências em Educação Matemática, 9).

BRASIL. Ministério da Educação/CAPES. Sitio do QUALIS: http://qualis.capes.gov.br/webqualis/

Ministério da Educação/CAPES. Sitio do Portal de Periódicos: http://www.periodicos.capes.gov.br/portugues/index.jsp

ECO, U. Como se faz uma tese. 21ª ed. São Paulo: Perspectiva. 2008.

FERREIRA, N. S. A. As pesquisas denominadas estado da arte. Educ.& Socied, a.3, v.23, n.79, p. 257-272, ago. 2002.

FERREIRA, M. C. G.; KRZYZANOWSKI, R. F. Periódicos científicos: critérios de qualidade. Pesqui. Odontol. Bras. [online]. 2003, vol.17, suppl.1, pp. 43-48. ISSN 1517-7491. Acesso: 14 out. 2013. Disponível: http://www.scielo.br/pdf/pob/v17s1/a07v17s1.pdf

MONTEIRO, Rosangela et al. Critérios de autoria em trabalhos científicos: um assunto polêmico e delicado. Rev Bras Cir Cardiovasc [online]. 2004, vol.19, n.4, pp. III-VIII. ISSN 0102-7638. Acesso: 14 out. 2013. Disponível: http://www.scielo.br/pdf/pob/v17s1/a07v17s1.pdf

PETROIANU, A. Critérios quantitativos para analisar o valor da publicação de artigos científicos. Rev. Assoc. Med. Bras.[online]. 2003, vol.49, n.2, pp. 173-176. ISSN 0104-4230. Acesso: 14 out. 2013. Disponível: http://www.scielo.br/pdf/pob/v17s1/a07v17s1.pdf

POUPART, J. (et al). A pesquisa qualitativa: Enfoques epistemológicos e metodológicos. Trad. Ana Cristina Nasser. 2.ed. Petrópolis: Vozes, 2010. (Coleção Sociologia)

SCHNETZLER, R. P. E OLIVEIRA, C. Orientadores em foco: o processo de orientação de teses e dissertações em educação. Brasília: Líber Livro. 2010

SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez. 2000.

Sumários Correntes do MAST (disponíveis on-line a partir de 2008: http://www.mast.br/sumarios_correntes_publicacoes.html). Acesso: 29 ago. 2012.

THEREZO, G.P. Redação e leitura para universitários. Campinas: Alínea. 2007.

TSAI, C; e WEN, M.L. Research and trends in science education from 1998 to 2002: a content analysis of publication in selected journals. Int. J. Sci.Educ., 27(1):3-14. 2005.

TOBIN, K. Publishing in an era of excess. Cult.Stud. of Sci.Educ, 5: 525-531. 2010.

VOLPATO, G. L.; FREITAS, E.G. Desafios na publicação científica. Pesqui. Odontol. Bras. [online]. 2003, vol.17, suppl.1, pp. 49-56. ISSN 1517-7491. Acesso: 14 out. 2013. Disponível: http://www.scielo.br/pdf/pob/v17s1/a07v17s1.pdf

 

Disciplina:

Seminários de dissertação em Educação em Ciências – M

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Sim

Carga Horária: 60h

Node Créditos: 04

Ementa:

Essa disciplina é destinada ao debate da dissertação de mestrado, ao andamento da pesquisa, aos processos de coleta e análise, à consistência e coerência interna do trabalho.

Bibliografia:

 

A bibliografia deve ser levantada de acordo com a necessidade dos trabalhos, sob a supervisão do professor da disciplina.

 

Disciplina:

Seminários de dissertação em Educação Matemática – M

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Sim

Carga Horária: 60h

Node Créditos: 04

Ementa:

Essa disciplina é destinada ao debate da dissertação de mestrado, ao andamento da pesquisa, aos processos de coleta e análise, à consistência e coerência interna do trabalho.

Bibliografia:

 

A bibliografia deve ser levantada de acordo com a necessidade dos trabalhos, sob a supervisão do professor da disciplina.

 

Disciplina:

Seminários de tese em Educação em Ciências – D

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Sim

Carga Horária: 60h

Node Créditos: 04

Ementa:

Essa disciplina é destinada ao debate tese de doutorado, ao andamento da pesquisa, aos processos de coleta e análise, à consistência e coerência interna do trabalho.

Bibliografia:

 

A bibliografia deve ser levantada de acordo com a necessidade dos trabalhos, sob a supervisão do professor da disciplina.

Disciplina:

Seminários de tese em Educação Matemática – D

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Sim

Carga Horária: 60h

Node Créditos: 04

Ementa:

Essa disciplina é destinada ao debate da tese de doutorado, ao andamento da pesquisa, aos processos de coleta e análise, à consistência e coerência interna do trabalho.

Bibliografia:

 

A bibliografia deve ser levantada de acordo com a necessidade dos trabalhos, sob a supervisão do professor da disciplina.

 

DISCIPLINAS ELETIVAS

 

Disciplina:

Tendências em Educação em Ciências I  - M

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Não

Carga Horária: 60h

Node Créditos: 04

Ementa:

Essa disciplina contempla tópicos específicos da Educação em Ciências, contribuindo para a formação do perfil de mestrando e doutorandos, como: didática das ciências, ensino por investigação, linguagem, argumentação, interações discursivas, Espaços não formais e informais de educação, Ética e ciência; ciência, cultura e ensino de ciências; Ciência, tecnologia e sociedade; Tecnologias da Informação e Comunicação e ensino de ciências.

Esse modelo de disciplina foi escolhido para atender dois aspectos da demanda: o perfil dos discentes e as especialidades dos docentes, de tal modo, que contribuía efetivamente para o momento da pesquisa em Educação em Ciências e conforme as necessidades internas e da área.

Bibliografia:

 

A bibliografia deve ser levantada de acordo com a necessidade dos trabalhos, sob a supervisão do professor da disciplina.

 

 

 

 

 

Disciplina:

Tendências em Educação em Ciências II – D

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Não

Carga Horária: 60h

Node Créditos: 04

Ementa:

Essa disciplina poderá contemplar tópicos específicos da Educação em Ciências, contribuindo especificamente para a formação do perfil do doutorando, como: didática das ciências, ensino por investigação ou problematização, experimentação, Linguagem, argumentação, interações discursivas, Espaços não formais e informais de educação.

Quando de ofertas simultâneas com a disciplina Tendências em Educação em Ciências I, serão tomados os cuidados para serem mutuamente exclusivas.

Esse modelo de disciplina foi escolhido para atender dois aspectos da demanda: o perfil dos discentes e as especialidades dos docentes, de tal modo, que contribuía efetivamente para o momento da pesquisa em Educação em Ciências e conforme as necessidades internas e da área.

Bibliografia:

 

A bibliografia deve ser levantada de acordo com a necessidade dos trabalhos, sob a supervisão do professor da disciplina.

 

 

 

 

 

Disciplina:

Tendências em Educação Matemática I - M

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Não

Carga Horária: 60h

Node Créditos: 04

Ementa:

Essa disciplina contempla tópicos específicos da Educação Matemática, contribuindo para a formação do perfil de mestrandos e doutorandos, como: Didática da Matemática, Formação de Professores de Matemática, Modelagem Matemática, Etnomatemática, Filosofia da Educação Matemática, Conteúdos Matemáticos e Abordagens, entre outros.

Esse modelo de disciplina foi escolhido para atender dois aspectos da demanda: o perfil dos discentes e as especialidades dos docentes, de tal modo, que contribuía efetivamente para o momento da pesquisa em Educação em Ciências e conforme as necessidades internas e da área.

Bibliografia:

 

A bibliografia deve ser levantada de acordo com a necessidade dos trabalhos, sob a supervisão do professor da disciplina.

 

 

 

 

 

Disciplina:

Tendências em Educação Matemática II - D

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Não

Carga Horária: 60h

Node Créditos: 04

Ementa:

Essa disciplina contempla tópicos específicos da Educação Matemática, contribuindo para a formação do perfil de mestrandos e doutorandos, como: Didática da Matemática, Formação de Professores de Matemática, Modelagem Matemática, Etnomatemática, Filosofia da Educação Matemática, Conteúdos Matemáticos e Abordagens, entre outros.

Quando de ofertas simultâneas com a disciplina Tendências em Educação Matemática I, serão tomados os cuidados para serem mutuamente exclusivas.

Esse modelo de disciplina foi escolhido para atender dois aspectos da demanda: o perfil dos discentes e as especialidades dos docentes, de tal modo, que contribuía efetivamente para o momento da pesquisa em Educação em Ciências e conforme as necessidades internas e da área.

Bibliografia:

 

A bibliografia deve ser levantada de acordo com a necessidade dos trabalhos, sob a supervisão do professor da disciplina.

 

 

 

 

 

Disciplina:

Didática Fundamental da Matemática – M/D

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Não

Carga Horária: 60h

Node Créditos: 04

Ementa: Estudo das condições de difusão dos conhecimentos matemáticos na escola e das transformações produzidas pelas instituições e ações de difusão tanto nos educandos como nos próprios conhecimentos.

Bibliografia:

 

ALMOULOUD, Saddo Ag. Fundamentos da Didática da Matemática. Curitiba: Ed. UFPR, 2007.

BRUN, Jean (Org.).Didáctica das matemáticas. Lisboa: Instituto Piaget, s/d.

D’AMORE, Bruno. Elementos da Didática da Matemática. São Paulo: Livraria da Física, 2007.

 

MACHADO, Sílvia Dias Alcântara (Org). Educação Matemática: uma (nova0 introdução.  3.ed. São Paulo: EDUC, 2010.

GODINO, J. Dáz; ALFONSO, Bernardo Gómez; RODRÍGUEZ, Ángel Gutiérrez; ROMERO, Luis Rico ; VÁZQUEZ, Modesto Sierra. Area de conocimiento: Didáctica de la MatemáticaMadrid: SINTESIS, s/d

PAIS, Luis Carlos. Didática da Matemática: uma análise da influência francesa.  2.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.

PARRA, Cecília; SAIZ, Irma. Didática da Matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre; Artes Médicas, 1996.

 

Disciplina:

Diferença, diversidade e inclusão no ensino de Ciências e Matemática – M/D

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Não

Carga Horária: 60h

Node Créditos: 04

Ementa:

Estudo das implicações didático-pedagógicas da diferença, diversidade nos processos de ensinar e aprender Ciências e Matemática e o estabelecimento de cenários multimodais em sala de aula.

Bibliografia:

CAMARGO, Eder Pires. Ensino de Física e deficiência visual: dez anos de investigações no Brasil. São Paulo: Plêiade/FAPESP, 2008.

MASINI, Elcie F. Salzano (Org.)Educação e Alteridade: deficiências sensoriais, surdocegueira, deficiências múltiplas. São Paulo: Vetor, 2010.

NOGUEIRA, Clélia Maria Ignatius (Org). Surdez, inclusão e Matemática. Curitiba: CRV, 2013.

RODRIGUES, David (Org.). Inclusão e educação: doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus, 2006.

SALA, Nuria Rosich; ESPALLARGAS, Josè Maria Núñez; SÁNCHEZ, José Enrique F. Del Campo. Matemáticas y deficiência sensorial. Madrid: SINTESIS, s/d.

SKLIAR, Carlos. Pedagogia (improvável) da diferença: e se o outro não estivesse aí? Rio de Janeiro: DP&A, 2003.

Observação:  Além dos títulos apresentados, em função da “novidade” do tema, serão utilizados artigos de pesquisadores da área publicados em periódicos nacionais e internacionais e em anais de eventos.

 

Disciplina:

Aspectos históricos, epistemológicos e sociológicos do conhecimento científico: contribuições para o ensino de ciências – M/D

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Não

Carga Horária: 60h

Node Créditos: 04

Ementa: Relação entre História, Epistemologia e Sociologia da Ciência e o Ensino de Ciências. Compreensão do conhecimento científico como construção coletiva, dinâmica e contextual.

Bibliografia:

BASTOS, F. O ensino de conteúdos de história e filosofia da ciência. Ciência & Educação, Bauru, v.5, n.1, p. 55–72, 1998.

BIZZO, N. M. V. Eugenia: quando a biologia faz falta ao cidadão. Caderno de Pesquisa, São Paulo, n. 92, p. 38 – 52, fev. 1995.

____. Darwinismo, ciência e ideologia. Palestra apresentada no I Colóquio de Epistemologia e História da Ciência. Salvador: UFBA, 19-20 de Junho de 1996.

BLOOR, David. Conhecimento e imaginário social. Tradução Marcelo do Amalaral Penna-Forte. São Paulo: Editora Unesp, 2009. 287p.

BRANDÃO, Carlos Roberto F. A sociobiologia 30 anos depois. Com Ciência SBPC - Revista Eletrônica de Jornalismo Científico, n.80, 2006. Disponível em http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=17&id=167. Acesso em 15 de maio de 2015.

CASTAÑEDA, L. A. Eugenia e casamento. História, Ciências e Saúde – Manguinhos. Rio de Janeiro, v. 10, n.3, p. 901-930, set-dez, 2003.

CHALMERS, A. F. O que é ciência afinal? São Paulo: Editora Brasiliense, 1993.

EL-HANI, Charbel N. Notas sobre o ensino de História e Filosofia da Biologia na Educação Superior. In: Nardi, R. (org.) A pesquisa em ensino de ciências no Brasil: alguns recortes. São Paulo: Escrituras, 2007. p. 293-316.

FEYERABEND, Paul. Contra o método. Tradução de Octanny S. da Mota e Leonidas Hegenberg. Rio de Janeiro: Francisco Alves Editora, 1977. 488 p. (Metodologia das ciências sociais e teoria da ciência).

GRECA, Ilinea María; FREIRE JR., Olival. A “crítica forte” da ciência e implicações para a educação em ciências. Ciência & Educação, v. 10, n. 3, p. 343-361, 2004.

GUERRA, A. Do holocausto nazista à nova eugenia no século XXI. Ciência e Cultura, v. 58, n.1, p.4-5, 2006. Disponível em <http://cienciaecultura.bvs.br/pdf/cic/v58n1/a02v58n1.pdf>. Acesso em 19/05/2014.

KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas. Tradução: Beatriz Vianna Boeira e Nelson Boeira. 5 ed. São Paulo: Editora Perspectiva S. A., 1998. 257p. (Debates).

LATOUR, B. Ciência em ação: como seguir cientistas e engenheiros sociedade a fora. São Paulo: Unesp: 2000.

LACEY, H. Valores e atividade científica 1. São Paulo: Discurso Editorial, 1998.

LAKATOS, Imre. The methodology of scientific research. Programmes Philosophical Papers Volume I, New York: Cambridge University, 1978. 250p.

LATOUR, Bruno; WOOIGAR, Steve. A vida de laboratório: a produção dos fatos científicos. Rio de Janeiro: Relume Dumara, 1997. 310p.

LEDERMAN, N. G. Nature of Science: Past, Present, and Future. In Abell, S.K. and Lederman, N.G. (Eds.). Handbook of Research on Science Education. Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum Associates, 2007. p.831-880.

LEWONTIN, R. C. Biologia como ideologia: a doutrina do DNA. Tradução e Revisão: Francisco A. Moura Duarte, Francine Muniz e José Tadeu Sales. Ribeirão Preto: FUNPEC-RP, 2000.

MARTINS, Lilian Al-Chueyr Pereira. História da Ciência: objetos, métodos e problemas. Ciência & Educação, v. 11, n. 2, p. 305-317, 2005.

MATTHEWS, M. O tempo e o Ensino de Ciências: como o ensino da história e filosofia do movimento pendular pode contribuir para a alfabetização científica. In: SILVA FILHO, W. (org.). Epistemologia e ensino de ciências. Salvador: Arcádia, 2002.

MERTON, Robert K. Ensaios de sociologia da ciência. Tradução Sylvia Gemiganani Garcia e Pablo Rubén Mariconda. São Paulo: editora 34, 2013. 304p. (Sociologia da Ciência e Tecnologia).

SHINN, Terry; RAGOUET, Pascal. Controvérsias sobre a Ciência: por uma sociologia transversalista da atividade científica. São Paulo: Editora 34, 2008. 208p.

WRIGHT, Robert. O animal moral: por que somos como somos: a nova ciência da psicologia evolucionista. Trad. Lia Wyler. 7ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 1996.

Disciplina:

Cultura científica e Divulgação da Ciência: implicações na educação formal – M/D

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Não

Carga Horária: 60 h

Node Créditos: 04

Ementa: Difusão e Divulgação da Ciência. Cultura científica e Educação formal, não formal e informal. Percepção Pública da Ciência.

Bibliografia:

ARAÚJO, E. S. N. N.; CALUZI, J. J.; CALDEIRA, A. M. A. (Org.). Divulgação Científica e Ensino de Ciências: estudos e experiências. São Paulo: Editora Escrituras, 2006. 

BRASIL . Centro de Estudos Estratégicos. Percepção pública da ciência e tecnologia 2015- Ciência e tecnologia no olhar dos brasileiros. Brasília, 2015.

BRASIL. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação/Museu da Vida. Percepção pública da ciência e tecnologia no Brasil: resultados da enquete de 2010. Brasília: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. 2010. Disponível em:       <http://www.mct.gov.br/upd_blob/0214/214770.pdf>. Acesso em: mar. 2016.

BRITO, F. Ciência e público: caminhos da divulgação científica no Brasil. Rio de Janeiro: UFRJ editora, Casa da Ciência – Centro Cultural de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Fórum da ciência e Cultura, 2002.

CASTELFRANCHI, Y et al. As opiniões dos brasileiros sobre ciência e tecnologia: o ‘paradoxo’ da relação entre informação e atitudes. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, Rio de Janeiro, v.20, supl., p.1163-1183, nov. 2013.

CASTELFRANCHI, Y. Imaginando uma paleontologia da cultura científica. Disponível em: <http://www.comciencia.br/reportagens/cultura/cultura19.shtml>. Acesso em: 19 mar. 2016.

CAZELLI, S. Ciência, cultura, museus, jovens e escolas: quais as relações? Tese de Doutorado em Educação Brasileira – Programa de Pós-Graduação em Educação Brasileira, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Rio de Janeiro, 2005.

CHARAUDEAU, P. Discurso das mídias. Tradução de Angela M. S. Corrêa. São Paulo: Contexto, 2006.

CUNHA, M. B. da. A percepção da Ciência e Tecnologia dos estudantes de Ensino Médio e a divulgação científica. Tese de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Educação, Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, 2009.

CUNHA, M. B.; GIORDAN, M.; AZEVEDO, P. R. ; DUNCKE, A. C. P. ; BERTOLDO, R. R. . Uma Metodologia para Avaliar as Percepções de Ciência e Tecnologia dos Estudantes. In: I CIEC - Congresso Iberoamericano de Investigación en Enseñanza de las Ciencias VIII ENPEC - Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, 2011, Campinas, SP. Atas do VIII ENPEC - Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências I CIEC - Congresso Iberoamericano de Investigación en Enseñanza de las Ciencias, 2011.

CUNHA, M. B. GIORDAN, M.. A percepção da Ciência e da Tecnologia um estudo comparativo. In: Encontro Nacional de Ensino de Química, 14., 2008,Curitiba. Anais... Disponível em: http://quimica.fe.usp.br/textos/educ/pdf/TrabalhoENEQ2008.pdf. Acesso em 08 jan. 2016.

CUNHA, M. B.; GIORDAN, M. As percepções na teoria sociocultural de Vigotski: uma análise na escola. Revista Alexandria, v.5, n.12, 2012.

FARIA, A. C. M. O cinema e a concepção de ciência por estudantes do ensino médio. 2011.  114f. (Mestrado Profissional em Ensino de Ciências) Universidade de Brasília, 2011. 

GASPAR, A.; HAMBURGUER, E. W. Museus e centros de ciências: conceituações e propostas de um referencial teórico. In: NARDI, R. (Org.). Pesquisas em ensino de Física. 3. ed. São Paulo: Escrituras, 2004.

GIORDAN, M.; CUNHA, M.B.. Divulgação científica na sala de aula: perspectivas e possibilidades. Ijuí: Ed. Unijui, 2015.

GRILLO, S. V. de C. Gêneros primários e gêneros secundários no Círculo de Bakhtin: implicações na divulgação científica. In: Revista Alfa, 52 (1), São Paulo, p.57- 79, 2008.

GUIMARÃES, E. (org). Produção e circulação do conhecimento. Campinas, Pontes Editores, 2001.

MACEDO, B. (Org.) Cultura científica: um direito de todos. Brasília: UNESCO, OREALC, MEC, MCT, 2003.

MARANDINO, M. (org). Educação em museus: a mediação em foco. São Paulo, SP: Geenf / FEUSP, 2008.

MASSARANI, L. et al. Terra Incógnita – a interface entre ciência e público. Rio de Janeiro: Vieira e Lent: UFRJ, Casa da Ciência:FIOCRUZ, p. 139-160, 2005.

MASSARANI, L.; MOREIRA, I. C.; BRITO, F. Ciência e público: caminhos da divulgação científica no Brasil. Rio de Janeiro: UFRJ editora, Casa da Ciência – Centro Cultural de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Fórum da ciência e Cultura, p. 43-64, 2002.

MENEZES, L. C. As mudanças no mundo e o aprendizado das ciências como direito. In: Ciência e cidadania: Seminário Internacional Ciência de Qualidade para Todos. Brasília, 28 nov. a 1º dez. 2004. Brasília: UNESCO, p. 107-126, 2005.

OLIVEIRA, M. K. D. Vygotsky e o Processo de Formação de Conceitos. In: Piaget, Vygotsky, Wallon -Teorias  Psicogenéticas em Discussão. Rio Grande do Sul: Ed. Summus Editorial ,1992.

PEREIRA, M. A. Pesquisa ibero-americana mede a percepção pública de C&T. Cienc. Cult. [online]. vol.59, n.3, p.19-20, 2007. <http://cienciaecultura.bvs.br/pdf/cic/v59n3/a11v59n3.pdf> Acesso em: agosto. 2015.

PECHULA, R. M. A Ciência nos meios de comunicação de massa: divulgação de conhecimento ou reforço do imaginário social? Revista Ciência e Educação, v. 13, n. 2, p. 211-222, 2007.

POLINO, C. Percepção pública da ciência e desenvolvimento científico local.  Disponível em: <http://www.comciencia.br/reportagens/cultura /cultura19.shtml>. Acesso em: 19 mar. 2016.

SANTOS, M. E. V. M. Ciência como cultura: paradigmas e implicações epistemológicas na educação científica escolar. Quim. Nova, Vol. 32, No. 2, 530-537, 2009.

SIQUEIRA, D. da C. Oliveira. A ciência na televisão: mito, ritual e espetáculo. São Paulo, Annablume, 1999.

SOUZA, A. I.  J. de. ERDMAN, A. L. Percepção: uma reflexão teórica a partir da filosofia de Maurice Merleau- Ponty. Revista Baiana de Enfermagem.  Salvador, v.18, n. 1/2, p. 75-87, 2003.

STRIEDER, D. M. As relações entre a cultura científica e a cultura local na fala dos professores: um estudo das representações sobre o ensino de ciências em um contexto teuto-brasileiro. 2007. 268f. Tese (Doutorado). Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007.

URQUIJO-MORALES, S. A. Ciência e Tecnologia na percepção de alunos universitários ingressantes. 2012.  85f. (Mestrado acadêmico em psicologia) Instituição de Ensino: Universidade de São Paulo/ Ribeirão Preto. Ribeirão Preto, 2012.

VOGT, C. (Org.) Cultura científica: desafios. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, Fapesp, p. 18-43 e p. 56-82, 2006.

VOGT, C.; POLINO, C. (Orgs.) Percepção pública da ciência: resultados da pesquisa na Argentina, Brasil, Espanha e Uruguai. Campinas, São Paulo: Editora da Unicamp, Fapesp, 2003.

WERTHEIN, J.; CUNHA, C. da. Educação científica e desenvolvimento: o que pensam os cientistas. Brasília: UNESCO, Instituto Sangari, 2005.

ZAMBONI, L. M. S. Cientistas, jornalistas e a divulgação científica: subjetividade e heterogeneidade no discurso da divulgação científica. Campinas, SP: Autores Associados, 2001.

 

 

Disciplina:

A Teoria dos Campos Conceituais no Ensino de Ciências e Matemática – M/D

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Não

Carga Horária: 60h

Node Créditos: 04

Ementa:

Psicologia Cognitiva e Didática. Elementos da teoria dos Campos Conceituais: conceito, significado, significante, esquemas, representações, invariantes operatórios, situações. Resolução de Problemas em Ciências e Matemática. Implicações da teoria dos campos conceituais para o ensino de Ciências e Matemática.

Bibliografia:

 

MOREIRA, M. A.; CABALLERO, M. C; VERGNAUD, G. La teoría de los campos conceptuales y la Enseñanza/Aprendizaje de las Ciencias. Universidad de Burgos, Espanha, 2009.

 

MOREIRA, M. A. A teoria dos campos conceituais de Vergnaud, o ensino de ciências e a investigação nesta área. Instituto de Física da UFRGS, Porto Alegre, 2004.

NOGUEIRA, C. M. I; REZENDE, V. A teoria dos campos conceituais no ensino de números irracionais: implicações da teoria piagetiana no ensino de Matemática. Unesp, Marília: Revista Schème, 2014.

OTERO, M. R. et al. La Teoría de los Campos Conceptuales y la Conceptualización en el Aula de Matemática y Física. Editora: Dunken, 2014.

VERGNAUD, Gérard. O que é aprender? In. A aprendizagem Matemática na perspectiva da Teoria dos Campos Conceituais. Org. BITTAR, Marilena, MUNIZ, Cristiano Alberto. Editora CRV, Curitiba, 2009.

______. A Criança, a Matemática e a Realidade. Trad. De Maria Lucia Faria Moro. Curitiba: Editora UFPR, 2009.

______. A gênese dos campos conceituais. In. Por que ainda há quem não aprende? Org.GROSSI, Esther Pillar. 2ª edição. Editora Vozes, Petrópolis, 2003.

______. A trama dos campos conceituais na construção dos conhecimentos. Revista GEMPA, Porto Alegre, n.49, pp. 9-10, 1996.

______. Teoria dos Campos Conceituais. In Nasser, L. (Ed.) Anais do 1º Seminário Internacional de Educação Matemática do Rio de Janeiro, p. 1 - 26. Rio de Janeiro,1993.

______. La théorie des champs conceptuels. Recherche en Didactique des Mathématiques. Grenoble : La Pensée Sauvage,  vol. 10, n. 2.3, pp. 133 a 170, 1990.

______. Concepts et schème dans une théorie opératoire de la représentation. Psychologie Française, n. 30, pp. 245 a 252, 1985.

 

Disciplina:

Didática das Ciências – M/D

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigatória:

Não

Carga Horária: 60h

Node Créditos: 04

Ementa: O surgimento da didática das ciências como campo de pesquisa. Subsídios teóricos da área de pesquisa da Didática das Ciências. Relações entre professor, aluno, conhecimento e recursos didáticos.

Bibliografia:

ASTOLFI, J. P.; DEVELAY, M. A didática das ciências.  Campinas: Papirus, 2008.

BACHELARD, G. A formação do espírito científico. São Paulo: Contraponto, 1996.

CALDEIRA, A.M.de A.; ARAUJO, E.S.N.N. (Org.) Introdução à didática da Biologia. São Paulo: Escrituras, 2009. In: NARDI, Roberto; BASTOS, Fernando; DINIZ, Renato Eugênio da Silva. Pesquisas em ensino de ciências: contribuições para a formação de professores. 5 ed. São Paulo: escrituras, 2004.

CAMPOS, M. C. da C. NIGRO, R. G. Didática de ciências: o ensino-aprendizagem como investigação. São Paulo: FTD. 1999.

GIORDAN, A.; VECCHI, G. de. As origens do saber: das concepções dos aprendentes aos conceitos científicos. Porto Alegre: Artes Médicas. 222 p.

LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. 17.  ed. São Paulo: Cortez,  2005.

MORTIMER, E. F. Construtivismo, mudança conceitual e ensino de ciências: para onde vamos? In: ESCOLA DE VERÃO PARA PROFESSORES DE PRÁTICA DE ENSINO DE FÍSICA, QUÍMICA E BIOLOGIA, 3,1994, Serra Negra, Coletânea. São Paulo: FEUSP. 1995. p.56-74.

NARDI, R. (Org.). Questões atuais no ensino de ciências. São Paulo: Escrituras, 1998. 104p. (Educação para a ciência, 2).

PRAIA, J.; CACHAPUZ, A. Para uma reflexão em torno das concepções epistemológicas dos professores de Ciências do 3º Ciclo e Secundário: um estudo empírico. Revista Portuguesa de Educação, v. 7, n. 1-2, p. 37-47, 1994.

SANMARTÍ, N. Didáctica de las ciencias em la educación secundaria obligatoria. Madrid: Sintesis Educación. 2002.

SILVA, J. L. P B.; MORADILLO, E. F. de. Avaliação, ensino e aprendizagem de Ciências. Ensaio, Belo Horizonte, v. 4 n.1, 2002.

 

WEISSMANN, H. (org.) Didática das Ciências Naturais: contribuições e reflexões. Porto Alegre: ArtMed, 1998.

 

 

 

Disciplina:

Modelagem Matemática na Educação Matemática – M/D

Áreas de Concentração:

Educação em Ciências e Educação Matemática

Obrigarória:

Não

Carga Horária: 60h

Node Créditos: 04

Ementa: Histórico, concepções e perspectivas. Ensino e Aprendizagem no contexto da Modelagem. Educação Básica e Modelagem. Formação de Professores em Modelagem Matemática.

Bibliografia:

 

ALMEIDA, Rafael Neves. Modelagem Matemática nas atividades de estágio: saberes revelados por futuros professores. 2009. 138 p. Dissertação (Mestrado em Educação), Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2009.

ALMEIDA, Lourdes Maria Werle de. Modelagem Matemática e formação de professores. In: Encontro Nacional de Educação Matemática, 8., 2004, Recife. Anais... Recife: Sociedade Brasileira de Educação Matemática, 2004.

_____; SILVA, Karina Pêssoa da; VERTUAN, Rodolfo Eduardo. Modelagem Matemática na educação básica. São Paulo: Contexto, 2012.

BARBOSA, Jonei Cerqueira. Modelagem Matemática: concepções e experiências de futuros professores. 2001a. 253 p. Tese (Doutorado em Educação Matemática),

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Rio Claro, 2001.

______. Modelagem na Educação Matemática: Contribuições para o detabe teórico. In: Reunião Anual da ANPED, 24, 2001b. Caxambu. Anais... Caxambu: AMPED, 2001.

_____. Modelagem matemática e os futuros professores. In: REUNIÃOANUAL DA ANPED, 25., 2002, Caxambu. Anais... Caxambu: ANPED, 2002.

_____. Modelagem Matemática na sala de aula. Perspectiva, Erechim, v. 27, n. 98, p. 65-74, 2003.

_____. Modelagem Matemática: O que é? Por que? Como? Veritati. n. 4, p. 73-80, 2004a.

_____. As relações dos professores com a Modelagem Matemática. In: Encontro Nacional de Educação Matemática, 8., 2004b, Recife. Anais... Recife: SBEM, 2004.

BASSANEZI, Rodney Carlos. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática. São Paulo: Contexto, 2002.

BIEMBENGUT, Maria Salett. Modelagem Matemática e implicações no ensino aprendizagem de matemática. Blumenau: Furb, 1999.

BURAK, Dionísio. Modelagem matemática: uma alternativa para o ensino de matemática na 5ª série. 1987. Dissertação (Mestrado em Educação Matemática) Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Rio Claro, 1987.

_____. Modelagem matemática: ações e interações no processo de ensino aprendizagem. Campinas, 1992. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação Universidade Estadual de Campinas, 1992.

_____. Critérios norteadores para a adoção da Modelagem Matemática no Ensino

Fundamental e Secundário. Zetetiké. v. 2. n. 2, p. 47-60, 1994.

_____. Modelagem Matemática e a Sala de Aula. In: I Encontro Paranaense de Modelagem na Educação Matemática. I EPMEM, 2004, Londrina:UEL, Anais... 2004, p. 1-10.

_____. Uma perspectiva de modelagem matemática para o ensino e a aprendizagem da matemática. In: BRANDT, Celia Finck; BURAK, Dionísio; KLÜBER, Tiago Emanuel. Modelagem Matemática uma perspectiva para a Educação Básica. Ponta Grossa: Editora UEPG, 2010. p. 15-38.

_____; ARAGÃO, Rosália Maria Ribeiro de. A modelagem matemática e relações com a aprendizagem significativa. Curitiva: CRV, 2012.

CALDEIRA, Ademir Donizeti. Modelagem Matemática: um outro olhar. Alexandria Revista de Educação em Ciência e Tecnologia. Santa Catarina. v. 2. n. 2, p. 33-54, 2009.

DIAS, Michele Regiane; ALMEIDA, Lourdes Maria Werle de. Formação de professores e Modelagem Matemática. In: Encontro Nacional de Educação, 8., 2004, Recife. Anais... Recife: SBEM, 2004.

_____. Uma experiência com Modelagem Matemática na formação continuada de professores. 2005. 100 p. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências e Educação Matemática), Universidade Estadual de Londrina, Londrina, 2005.

FERREIRA, Carlos Roberto. Modelagem Matemática na Educação Matemática:

contribuições e desafios à formação continuada de professores na modalidade Educação a Distancia online. 2010. 100 p. Dissertação (Mestrado em Educação), Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa, 2010.

 

KLÜBER, Tiago Emanuel; BURAK, Dionísio. Concepções de modelagem matemática: contribuições teóricas. Educação Matemática Pesquisa. São Paulo. v. 10, n. 1, p. 17-34, 2008.

_____. Um olhar sobre a Modelagem Matemática no Brasil sob algumas categorias

fleckianas. Alexandria Revista de Educação em Ciência e Tecnologia, v. 2, n. 2, p. 219-240, 2009.

_____. Uma metacompreensão da Modelagem Matemática na Educação Matemática. 2012a. 396 p. Tese (Doutorado em Educação Científica e Tecnológica). Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis. 2012.

_____. (Des) Encontros entre a Modelagem Matemática na Educação Matemática e a

Formação de Professores de Matemática. Alexandria Revista de Educação em Ciência e Tecnologia, v.5, n.1, p.63-84, maio 2012b.


LOUREIRO, Daniel Zampieri. ; TAMBARUSSI, Carla Melli. ; KLÜBER, Tiago. Emanuel. Estágio Docente: Sobre a Formação de Professores em Modelagem Matemática na Educação Matemática. Educação Matemática em Revista (São Paulo), v. 1, p. 63-71, 2015.

OLIVEIRA, Andreia Maria Pereira de. Modelagem Matemática e as tensões nos

discursos dos professores. 2010. 187 p. Tese (Doutorado em Ensino, Filosofia e História das Ciências), Universidade Federal da Bahia, Bahia, 2010.

SILVA, Karina Alessandra Pessoa da; KATO, Lilian Akemi; KLÜBER, Tiago Emanuel. Modelagem Matemática na Educação Matemática: Perspectivas e diálogos entre os diferentes níveis de ensino. In: Encontro Paranaense de Educação Matemática, 12, 2014. Campo Mourão. Anais... Campo Mourão: SBEM, 2014.

TAMBARUSSI, Carla Melli. ; KLÜBER, Tiago Emanuel . A pesquisa em Modelagem Matemática na Educação Matemática: sobre as atividades de formação continuada em teses e dissertações. Revemat: Revista Eletrônica de Educação Matemática, v. 9, p. 38/3-56, 2014.